Projeto apoia iniciativas para combater desigualdade e violência contra mulheres
Movimento nacional destinado à promoção da equidade de gênero, do empoderamento feminino e do combate à violência, o projeto ELLAS tem se consolidado por meio da oferta de capacitação e da valorização das colaboradoras do setor extrajudicial. A partir de agora, a iniciativa pretende ampliar ainda mais seu impacto social ao apoiar projetos voltados à proteção e inclusão de mulheres em situação de vulnerabilidade.
Um exemplo concreto desse compromisso é a contribuição dada ao projeto "Ação para Meninas e Mulheres do Marajó", promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e Tribunal de Justiça do Pará (TJE-PA), que busca combater a violência contra mulheres e a exploração sexual infantil na Ilha do Marajó, garantindo oportunidades de capacitação profissional e geração de renda para aquelas que se encontram em situação de vulnerabilidade.
O ELLAS também apoia a Campanha Sinal Vermelho, um canal de denúncia para vítimas de violência doméstica, que reforça o compromisso dos cartórios com ações de impacto social.
Para Moema Locatelli Belluzzo, presidente da Anoreg/PA e diretora nacional de Assuntos da Amazônia Legal do ONR, o projeto representa um avanço na luta pela equidade. "A diversidade é um motor de inovação e crescimento. Ao garantir que as mulheres tenham o espaço e o reconhecimento que merecem, estamos construindo um futuro mais justo e igualitário", destaca.
Com iniciativas que combinam educação, liderança e ações concretas, o ELLAS reafirma o propósito dos cartórios do Brasil de atuar em favor da transformação social, promovendo um ambiente mais inclusivo dentro e fora do setor extrajudicial.
Fonte: Rib.
Notícias Relacionadas
Novos golpes imobiliários acendem alerta e reforçam importância do Registro de Imóveis
Casos recentes em Curitiba evidenciam como fraudes se estruturam e destacam o papel essencial da verificação registral antes de qualquer negociação
Leia maisPrazo para alimentação do Sistema Justiça Aberta é prorrogado
CNJ estendeu até 15 de abril o limite para envio de dados relativos à arrecadação e produtividade das serventias extrajudiciais brasileiras
Leia maisPequenos produtores rurais não podem usar alienação fiduciária
A decisão foi motivada pela proteção constitucional à moradia e ao patrimônio mínimo do pequeno produtor.
Leia mais


